tutti-frutti

27.4.08

comprei uma impressora multifuncional neste fim-de-semana. é a quarta ou quinta impressora que compro na vida, espero sinceramente que ela dure.

também, se não durar, ela pode dar sua missão por cumprida.

já escaneei a foto ao lado. ela data de 2000 e foi a primeira e única foto que tirei com uma celebridade.

não é para menos.

de plantão

22.4.08


sou carola, pronto, falei. não é de família, que ninguém lá em casa é de missa & stuff. sou a única que faz sinal-da-cruz quando passa na frente da igreja, a segunda coisa mais de véia entre os hábitos que cultivo - a primeira é o tricô.

no entanto, sou uma carola esclarecida. sei que esse papa é um retrógrado, que a igreja devia parar de se meter onde não foi chamada - especialmente na cama dos outros.
mas fazia tempo que não via duas notícias ligadas ao catolicismo - e que não envolvam pedofilia, claro - que me causassem tanto choque.

a primeira é a showmissa (francamente) do padre marcelo, que deve estar roendo os cotovelos da batina de inveja da fama da mãe da isabella nardoni. não adiantou ele chamar xuxa, ivete, sertanejos. a musa da missa foi a mulher que acabou de perder a filha - mas que, pelo visto, não perdeu o senso de oportunidade, já que aproveitou pra conhecer todas as celebridades acima citadas. vale quanto que vai acabar saindo um livro dela? difícil dizer quem é mais sem noção: padre marcelo (motivos óbvios desde a missa aeróbica), a mãe da isabella ou o povo, que pedia pra tirar foto com ela. shame.

a outra também envolve padre, e se o cara não tivesse provavelmente morrido, seria de uma mangolice nunca antes vista. tá bom, mesmo ele morrendo, é de uma mangolice ímpar. um padre do paraná, por alguma razão, achou que seria uma boa sair voando segurando MIL BALÕES DE ANIVERSÁRIO. meu. sério. aquela couve-flor colorida flutuante ali em cima na foto do g1 é ele.

até o fechamento da edição deste blog, estava desaparecido. o que ele achou que ia acontecer, por deus?

saudade do papa jp 2, ele bem que podia botar uma ordem nessa zona.

****

pra encerrar, notícia mais mimosa do feriado.
só pra achar que o mundo é um lugar melhor.

super-ultra-motehrfucker new trend

14.4.08


vejo no caderno donna que todo mundo que é antenado e legal agora deixa o moinhos e vai morar no centro de porto alegre, onde os apartamentos são imensos, com pé direito enorme, janelões, banheiras de louça e salas que dá pra andar de bicicleta dentro.

graças aos céus, a minha vó - supervanguarda, já falei dela aqui - mora no centro desde que veio da agora pujante rio grande, em diversas partes, fernando machado, jerônimo coelho, duque de caxias, vigário josé inácio... e assim pude passar boa parte da infância neste bairro, que as pessoas só agora começam a dar o devido valor. até os motéis do centro - ou pelo menos um deles - ganhou uma cara decente. (reparem no adicional de R$ 5,00 por pessoa extra no quarto. morri).

o centro é fantástico: além de os apartamentos terem todas as vantagens acima citadas, têm a vista pro guaíba. tem o mercado público, com tudo fresquinho e os frios cortados bem fininhos, como eu gosto. tem os sebos. tem as lojas de fantasia e quinquilharias da senhor dos passos. tem o santander cultural, tem o margs e o bistrô. tudo lindo e fofo. pra não falar no pôr-do-sol, que não vou falar mesmo, que pôr-do-sol é tudo igual.


o problema do centro, claro, além do descaso dos governantes blábláblá whiskas sachê, é o povo. tira o povo dali. sei lá como. faz tudo ficar caro afu. enfia os camelôs no humaitá. quero ver se até as pombas não vazam.

cor-de-rosa

13.4.08

vi ontem no guion o quatro meses, três semanas e dois dias, um filme que partiu do mesmo mote que juno, uma gravidez indesejada. o resto é tudo diferente: o país (romênia x eua), o sistema (comunista x capitalista), a época (fim dos anos 80 x anos 2000) e a minha vontade de ver (pouca x muita).

se, como alguns (poucos) detratores de juno dizem que o filme é inverossímil porque é tudo muito bem-resolvido, neste quatro meses... a história é seca. o drama está lá no título e está no filme, que vai do nada a lugar nenhum. é o choque pelo choque.

perdi a paciência com esse tipo de filme. ainda bem que vi - um século depois de todas as pessoas do mundo - pequena miss sunshine. mesmo dublado, mesmo sem pegar o começo, sensacional. lentes cor-de-rosa na merda total. e não é isso que faz a vida ser melhor?

as mães, as calcinhas e os parabéns

4.4.08

não sei se isso é uma prerrogativa das mães e avós gaúchas; mas pergunta a qualquer uma nascida nestas plagas. uma preocupação premente entre as mães gaúchas é a calcinha nova pra sair.

não que elas achem que a filhinha vá sair mostrando as calcinhas para os transeuntes. a preocupação é que a filhinha sofra um acidente terrível e vá parar no hospital de pronto-socorro. aliás, corrijo. a preocupação é que, em acontecendo o tal acidente, a filhinha esteja com uma calcinha velha, furada ou de eslástico esgaçado.

é que elas morrem de medo de serem apontadas como culpadas de tamanho relaxamento.

para as mães, deve existir uma disciplina na faculdade, "roupas íntimas no pronto socorro I", que leva os médicos a darem tamanha atenção à calcinha de alguém com, digamos, uma fratura exposta no joelho.

- viu a menina que chegou nesta madrugada?
- vi. ficou cheia de pinos na perna, né?
- pior foi aquela calcinha bege! espero que sirva de lição.
- e que espécie de mãe é essa que não ensina modos pra ela?

tem também os pijamas. quando fui operar as amígdalas, com nada menos que 25 anos, minha mãe morreu de preocupação. não com a cirurgia, mas se eu tinha um pijama novo para passar a noite no são lucas da puc.

mães são mesmo seres curiosos. e mais um destes seres vem vindo por aí. é a rafa, mulher do tião, casal coisamaisquerida que está esperando uma pessoinha nova, que, aposto, estará sempre com uma calcinha (ou cuequinha) bem novinha. parabéns, queridões!

melhor site do mundo

31.3.08


todo mundo já pensou em mandar fazer uma camiseta com algum dizer. alguns o fazem brilhantemente, como os cove, outros toscamente, como os camelôs de capão da canoa, que vendem camisas com os dizeres "isso não é barriga, é o tanque de combustível de uma máquina de fazer sexo" para tios gordos de bigode.

mas esse site, que tem uma linha para bebês, se superou às ganhas. o politicamente incorreto classudo é foda. adouro.

é hora de dar tchau

30.3.08

e lá se vão os 20 dias de férias que passei em porto alegre, um pouco trabalhando, outro pouco vagabundeando. o fato é que passaram rápido demais e teria mais espaço e vontade pra outros 20 dias se possível fosse. mas junho taí e vencerão outras férias na firma.

passar as férias em porto alegre nunca mais tinha me acontecido, desde que as férias eram uma moeda em abundância e fechavam quase quatro meses de vagabundagem num ano e já se vão mais de dez anos que isso acontecia.

podia dizer que visitei museus, fui mais ao cinema, passeei pelos parques da cidade nos dias de semana. mas é tudo mentira. trabalhei quase todos os dias pelo menos um pouquinho desde o dia 11. fiquei mais em casa, e vi como minha mãe tá se puxando nas tarefas de subsíndica. botei em dia algumas pendências bancárias, mas não declarei o imposto de renda.

amanhã começa tudo de novo. e começam as férias do chefe.

catorzezeromeia

26.3.08


adoro as cosa loca do shoptime. mas não aquele shoptime careta que dá na tv e só vende troço com vapor de água quente pra lavar o carro, não. é o shoptime na rede mundial de computadores, amiguinhos!

incrível como tudo parece útil, especialmente os trecos de cozinha. pra mim, que só não digo que não sei fritar um ovo porque sei, sim, e ele fica perfeito, mas é só, pode ser a solução.

em um spam de promoções do site, vi que o kit omeleteira + máquina de tortas está em promoção. ora veja, sai almoço e sobremesa. e parece que é só ligar na tomada.

agora, o que me deixou bege foi o aparelho de cozimento a vapor. de algum jeito, ele cozinha três andares de comida. sem óleo, sem sujeira, sem gosto, provavelmente, mas quem se importa? uma pechincha.

a adega climatizada tambem baixou de preço. aliás, a adega climatizada é o novo preto das casas, impressionante. tá ficando caro ser enochato.

tudo isso em doze vezes e sem juros no cartão. e bem ligado na tomada, torrando energia, que não tá sobrando, diga-se, porque não tem almoço de graça. nunca na história desse país se comprou tanta quinquilharia.

é uma cilada, bino

24.3.08


da coluna zapping, na folha.com:
"A Globo não permitiu que "Juízo Final", de João Emanuel Carneiro, fosse feita em Brasília, como o autor queria. Ele teve de reescrever dez capítulos. Um dos motivos é corte de gastos. "Encarece muito montar toda uma nova produção em outra praça [Brasília]", afirmou o autor à coluna. Devido a atrasos na produção de "Juízo Final", "Duas Caras" foi aumentada."
azar. mais uma novela no eixo rio-são paulo. eu quero uma novela rural. que nem aquela que a patrícia pillar era sem-terra loira e de olho azul e tocava aquela música êeee ôoo vida de gado, do zé ramalho, que é tão bacana.
ou aquela do jequitibá-rei, com o osmar prado e o cramulhãozinho. quando renascer era novela, e não a igreja do kaká.
tudo no tempo em que o antônio fagundes era um ator e não fazia sempre o pedro, do carga pesada. como é que pode o cara ficar mais canastrão com a idade?

19.3.08


não me recordo se já falei sobre isso aqui, estou ficando velha e esquecida a passos largos, outro dia mesmo rodrigo muzell e eu falávamos sobre isso de contar a mesma história várias vezes aos mesmos interlocutores, qual será o segredo, mudar de histórias ou de amigos? mas o que se espera dos amigos é compreensão e um balançar de cabeças respeitoso e divertido sobre a senilidade que se avizinha para todos nós, menos, talvez, para a mirella, que se não me engano, nem fez carteira de motorista.
mas vamos ao tema. com a idade, além do esquecimento, vem o saudosismo que traz a sensação de que bom mesmo era no meu tempo e isso se aplica muito para a televisão aberta. bom mesmo era xuxa de manhã ou o sérgio mallandro para os mais trash. bom mesmo era sessão da tarde com filmes anos 80 e não dr. dolittle, esqueceram de mim III ou o pestinha. bom mesmo era armação ilimitada em vez de malhação e bebê a bordo, a gata comeu e vale tudo no lugar de qualquer novela que rola hoje.
pois bem. em vez de chorar pelo guia da tv amarelado, imaginei que a globo poderia lançar um canal de tv por assinatura com essa proposta exclusivamente. só passar reprises. apenas reprises de novelas (em capítulos, evidentemente), filmes anos 70, 80, 90, seriados, minisséries... de sua própria lavra.
baixa audiência? foda-se. o custo dessa tv seria ínfimo. o que vier, é lucro.
o único trabalho seria contratar o tiozinho gordo que dá play nas fitas da rádio continental da pampa aqui em porto alegre, provavelmente a pessoa com mais experiência em reprisar velharias no mundo, e tocar ficha.
é uma idéia. e a record não pode copiar, que ela não tem arquivo.

slurp do dia

16.3.08


passeando pelo chiquetésimo blog da maria,
achei uma brincadeira supimpa.
dá pra fazer minicapinhas de revistas com fotos.
aqui, ó.
até que fica bom.
mas achei as opções meio limitadas...

sarta um meme e dois pastéu

14.3.08


sem assunto nessa tarde aprazível de sexta-feira, pra cumprir a meta de abastecer o blog loucamente vou brincar de meme. êeeeeee.

adoro isso, parece aqueles cadernos de questionário do primeiro grau, quando eu achava que ia casar com 16 anos, ter três filhos, morar em nova york e pilotar um escort xr3 conversível azul metálico (sonhos supercompatíveis).


enfim, bora brincar de meme. é pra escrever sobre 5 besteiras que me irritam:

1. que me dirijam a palavra de manhã, antes de tomar café
odeio que me acordem; odeio pessoas bem-humoradas de manhã, que acordam felizes e cantarolando perto de mim; odeio quem pula da cama e toma banho e chega no quarto dizendo "não vai levantar, preguiçosa?", viu, ricardo? odeio chegar na cozinha e não ter leite ou toddy light ou pão. mas eu não sou intratável, não. depois de rosnar durante esse tempo todo, viro um doce quando coloco o prato e o copo sujos na pia. garantido.

2. que desliguem o msn ou o gtalk na minha cara
a pessoa tá lá, conversando contigo. aí, clic, sai do msn. sem um tchauzinho. pra mim, tem o mesmo efeito de um CALANG bem dado de um telefone batido na cara.

3. fila de supermercado, banco...
é verdade. infelizmente, tenho de admitir. eu me acho melhor que as outras pessoas. é a única explicação razoável para o fato de eu achar tão insuportável ficar em fila junto com os demais humanos. já estive à beira de um derrame mais de uma vez no bradesco da azenha.

4. barra de cereal
é uma besteira. e me irrita. então, tá valendo.

5. ir até o fim com as coisas sempre
mania de ter que terminar tudo o que começo. coisa chata. nada mais me irrita, mas eu tinha que fazer uma lista com cinco coisa, tinha, né, aí fiz. grof.

cubalança

13.3.08


leio no terra que o hermano do comandante liberou os dvds, os microondas e os computadores para os cubanos. até que enfim, um grande avanço para os ilhéus, que viviam apartados destes aparatos tecnológicos - a menos que fizessem uso de contrabando. agora, já dá pra ver as novelas da globo em tvs de 19 e 24 polegadas também. grande avanço. de verdade.

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por falar em cuba, ela não deve lançar foguete, mas fez furor no filme do michael moore - ok, documentário -, sicko, sobre o bizarro sistema de saúde norte-americano. o gordito leva alguns renegados dos planos de saúde dos eua pra se tratar em cuba e tudo corre às mil maravilhas. claro que deve ter rolado um belo de um make up, mas convenhamos: por pior que seja, um país tem de ter um sistema de saúde gratuito. ainda mais um país do tamanho dos eua. e cuba é considerado benchmark neste quesito, especialmente no que tange à saúde preventiva e familiar.

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procurando a grafia correta do filme no google, vejo que o moore está sendo investigado por violar o embargo à cuba por causa do filme. esse embargo é mais anacrônico que anágua, francamente.

barretismos

12.3.08


são figuras estranhas, os barreto. apesar de um sobrenome tão pêlo-duro, o alzheimer toma conta de nós desde a mais tenra idade. e é implacável.

pra disfarçar, viramos esotéricos. agora, a gente finge que tem um espírito aqui em casa que desaparece com as coisas que estamos procurando e os recoloca no lugar, pra nos enlouquecer.

neste fim-de-semana, fui em um chá-de-fralda com a larissa, que é uma magrisso, co-irmã em mosquice. entramos no condomínio cheias de razão, pois já havíamos estado lá, munidas de presentes, nos embarafustamos pelas vielas, chegamos ao salão de festas e não era lá coisa nenhuma. o condomínio, ao invés de casas, era de edifícios. as cores eram diferentes. era tudo diferente, pensando bem. só nos restou voltar e murmurar alguma desculpa pro porteiro.

hoje, mamãe barreto procurou um pano de prato por algum tempo, até encontrá-lo pendurado no ombro. mas antes disso, ela resolveu rasgar bem picadinho um boleto bancário de uma conta que eu tinha que pagar, porque pensou que não era nada.

a irmã barreto mais nova não ficou pra trás. falando no celular com o namorado, disse que precisava deligar pra procurar o celular, porque precisava sair.

complicado. deveras complicado.

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29.2.08


deitada hoje na cama da osteopatia (quem quiser saber o que é, lê ali atrás), fiz uma coisa que nunca tinha feito ou sequer imaginado que faria: uma massagem na boca.

uma hora depois do almoço, fui com a idéia de que ia rolar aquela estralada (sic - quando é nos ossos, estRala, não adianta) na coluna, no ombro, na nuca, como tinha rolado nas duas últimas sessões. alívio imediato, portanto.

só que desta vez não foi assim. sentadinha, a fisioterapeuta pediu que eu abrisse a boca. o máximo que desse. e qual não foi a supresa dela - e também a minha - que eu só conseguia abrir o equivalente a menos de três dedos (na horizontal).

assim, ela calçou luvas e massageou por dentro a boca, as bochechas, o céu da boca e os carrinhos. meio angustiante, mas não sofrido.

foi incrível. agora, eu consigo abrir o equivalente a quatro dedos.

precisava dividir. obrigada. voltemos à nossa programação normal.

velhice digna

27.2.08


eu realmente me preocupo com o dedé.

o mais apagadinho dos trabalhões já tem 70 anos de idade e ainda precisava ser apadrinhado. já que o didi lhe faltou na velhice, quem fazia este papel era o beto carrero, que bateu botas, espora e chicote recentemente.

Ambos tinham a mesma idade e o dedé disse que o beto carrero foi um pai pra ele. porra, o cara precisa de um pai aos 70 anos?

temo me tornar uma dedé na velhice. improvável que me torne uma humorista de segunda na terceira idade. mas no que tange a recursos próprios, me encaminho a passos largos; beirando os 30, não consigo fazer uma poupança decente. o inss está fadado a terminar, é claro. provavelmente, dias antes de eu poder me aposentar.

ok, de junho não passa. vou entrar no gboex.




porra, mamãe

25.2.08


quando foi mesmo que o josé wilker deixou de ser o bagaceira canastrão de bonitinha mas ordinária e virou referência em cinema no país, hein?
confesso: não vi quase nada dos filmes que concorreram ao oscar ontem de noite, com exceção de Piaf, que levou a estatueta de melhor atriz - a moça que não me ocorre o nome agora estava realmente ótima.
mas assisto à transmissão da globo só para me divertir com a arrogância do josé-estive-em-nova-iorque-mas-não-consegui-ver-nenhum-documentário-wilker - que um dia foi do rubens ewald filho, outro loser de carteirinha - e com a irritante tradutora - dou a mão à palmatória: a de ontem é bem melhor que a que morreu. só se salva a maria beltrão, que é uma simpatia e erra gostouso.

é brabo.

31.1.08

http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a1752589.htm

foco, foco, foco!!!!

27.1.08

enquanto o faustão faz a nívea maria chorar e tento desesperadamente encontrar em algum lugar de mim um mínimo de concentração pra fazer um trabalho, encontro no blog da márcia um meme. vai servir pra atualizar meu blog, que anda às moscas, e pra me distrair por mais alguns instantes antes de entrar de cabeça na labuta.

o que você estava fazendo em ...

1978?
eu não era nem um projeto, talvez uma vaga idéia. pois é, minha mãe engravidou sem querer. as três vezes. vai ratear na pílula assim na comunidade mórmom.

1983?
estava com quatro anos. já sabia ler e escrever, porque a minha tia professora na época me ensinou. minha irmã gabriella nasceu e deixei de ser a filha única para sempre, com todas as alegrias e dissabores que isso traz. ganhei também a minha primeira barbie. as roupas dela ainda existem em algum lugar daqui de casa. meu pai deixou crescer a barba, que nunca mais tirou.

1988?
estava na terceira série, na aula da tia suyan. ela acentuou cláudia no "u" e tive uma discussão forte com ela. começava aí minha arrogância em relação ao bom uso do português.

1993?
entrava na adolescência propriamente dita, com 14 anos - demorei, gurizada, mas cheguei. comecei a sair de noite. achava adequado saia de cotton. dei meu primeiro beijo na boca (do diego, que era da camisa 12 do inter e me mandou um recado na rádio atlântida).

1998?
nesse ano eu já tava na fabico, entrando pro meio da faculdade. minha carteira de trabalho foi assinada pela primeira vez, quando trabalhava na loja da tia nara e do osvaldo, quando eles ainda eram casados. as lembranças dessa época são um tanto nebulosas. acho que eu bebia demais.

2003?
ano cheio de "primeiros". nos primeiros minutos de 2003, comecei a namorar o amor da minha vida (unhéeeee). fui demitida pela primeira (e por enquanto única) vez. tirei a carteira de motorista. comprei meu primeiro carro.

lari, mirella, anna, mariella e quem mais quiser brincar, manda ver. é divertido.

déficit de atenção FEVER

7.1.08


estou novamente fazendo o vestibular. sem chances de passar, claro, to indo com as remotas informações que adquiri até 1996, deve ter mudado tudo, nem O ATENEU caiu na prova.

primeiro dia, primeira página de prova de física, uma pergunta que cita uma ANDORINHA. pronto. passei os últimos dois dias, prova de física, literatura, inglês, português, redação, com uma espécie de lambada na cabeça que diz:

uma andorinha só não faz verão
não faz verão, não faz verãaaaao
eu não sei viver na solidão
solidão
solidão

não consigo pensar em mais nada. to sem internet em casa. rogo pelo mp3, artista, letra, qualquer coisa. gratifica-se.